Sorrindo a música
Adoro quando uma música me faz sorrir, um sorriso vindo de dentro, inesperado que surge sem pré-aviso. Não é propositado, não nasce de uma piada humorística: é apenas o reflexo de um bom momento que para outros não passa de mais um momento. É o que torna o sorriso especial: a sua capacidade de seduzir inesperadamente aqueles que não o questionam no momento.
Lembro-me que no exame de Português do 9º ano me questionaram sobre a natureza do sorriso. Penso que seja um daqueles «mistérios» incompreensíveis com inúmeras teorias e que se tornou a base fundadora de muitos pensamentos e artigos (como este) que, no final, não apresenta uma conclusão concreta.
Para mim, o sorriso não é mais do que o inconsciente da personalidade humana, tornando-se por isso uma arte e, como todas as artes, objectivamente incompreensível, indescritível, imprevisível na reacção humana e, como as mantas e tapetes de artesanato de antigamente, com um manto fixo de inúmeras expressões possíveis que se traduzem em retalhos que se vão juntando.
Continuo a sorrir! E a música vai flutuando e encantando enquanto o sorriso permaneça, sem um motivo exacto. Não é com certeza a melhor música de todos os tempos e, provavelmente, a poucos fará sorrir. Talvez o arranjo, os instrumentos, a letra ou apenas o recordar de algum momento em que, outrora, sorri igualmente me preencham desta maneira indescritivelmente mágica.
Esta é apenas mais uma página confusa, sem estrutura ou sequer sem um Português organizado, preenchida por suposições subjectivas e incoerentes para muitos em que, no final, apenas me é possível reforçar: o sorriso é o mestre do momento, e é certamente o mestre deste momento!
Lembro-me que no exame de Português do 9º ano me questionaram sobre a natureza do sorriso. Penso que seja um daqueles «mistérios» incompreensíveis com inúmeras teorias e que se tornou a base fundadora de muitos pensamentos e artigos (como este) que, no final, não apresenta uma conclusão concreta.
Para mim, o sorriso não é mais do que o inconsciente da personalidade humana, tornando-se por isso uma arte e, como todas as artes, objectivamente incompreensível, indescritível, imprevisível na reacção humana e, como as mantas e tapetes de artesanato de antigamente, com um manto fixo de inúmeras expressões possíveis que se traduzem em retalhos que se vão juntando.
Continuo a sorrir! E a música vai flutuando e encantando enquanto o sorriso permaneça, sem um motivo exacto. Não é com certeza a melhor música de todos os tempos e, provavelmente, a poucos fará sorrir. Talvez o arranjo, os instrumentos, a letra ou apenas o recordar de algum momento em que, outrora, sorri igualmente me preencham desta maneira indescritivelmente mágica.
Esta é apenas mais uma página confusa, sem estrutura ou sequer sem um Português organizado, preenchida por suposições subjectivas e incoerentes para muitos em que, no final, apenas me é possível reforçar: o sorriso é o mestre do momento, e é certamente o mestre deste momento!
Por: M.M
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