Tocándar na Lux Frágil a convite de PAUS

É já no próximo dia 17 de Fevereiro que o projecto de percussão marinhense Tocándar se apresentada na LUX a convite de PAUS. Os dois projectos circulam por aí, no mundo das músicas, cada um na sua área, mas livres de fronteiras. PAUS lançou o desafio e esteve na Marinha Grande para um fim de semana de trabalho. O resultado foi uma cascata de ritmos nascidos do EP “É uma água” (o primeiro de PAUS), temperados com sabores de tradição. O resultado é forte e mágico.
Temos ouvido falar de PAUS. Depois de saídos de outros projectos, os membros de PAUS pedem para nos esquecermos de todas as bandas onde tocam ou tocaram anteriormente: "Esqueçam Vicious Five, Linda Martini, If Lucy Fell e Riding Pânico”. PAUS é um projecto completamente novo e diferente dos anteriores.
Formados em finais de 2009, os PAUS são Hélio Morais e Joaquim Albergaria na bateria siamesa, João Shela nas teclas e Yagyu no baixo/teclas-sintetizadores. “Nós somos quatro amigos e já nos conhecemos há algum tempo, todos tocamos em bandas (juntos ou não), todos gostamos de música e decidimos ir um dia para o estúdio atrofiar, ver se conseguíamos fazer alguma coisa e ver o que sairia, o que é que aconteceria se todos nos juntássemos e clicássemos no record. E saiu a primeira malha de PAUS e, a partir daí, começámos a perceber que podíamos começar a tentar explorar um pouco mais isto”, explica Makoto.

Para muitos, são uma super-banda, ao congregarem membros de outras bandas já consolidadas no panorama português – Riding Pânico, Linda Martini, If Lucy Fell, CAVEIRA ou Vicious Five. Para muitos outros, os PAUS vieram dar um novo fôlego à música nacional, com “todas as bandas e com todas as nossas vivências como inspiração”, ressalva Makoto. Mas para a crítica e, sobretudo, para o público, são um vício (na melhor acepção possível da palavra): o EP de estreia, “É Uma Água”, editado em Junho de 2010 pela Enchufada, passou o ano nas listas de melhores discos do ano e, ainda mais tempo, nos cd-players de Portugal todo.
O convite ao Tocándar para um concerto é a parte que faltava numa triologia de apresentação de músicas do EP, com uma primeira versão mas de rock, a segunda mais electrónica e esta última mais folk.

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