A Crise
Um dos temas mais falados da actualidade é sem dúvida alguma a crise, não apenas a nível nacional, mas também a nível mundial.
Ainda que a crise mundial afecte mais pessoas, é sobre a nacional que vou reflectir.
O povo português fala e reclama sobre as cada vez menos regalias estatais que vai recebendo, (o que é verdade) e sobre os cortes que se vão fazendo na maioria das instituições públicas.
Contudo, não posso deixar de referir que se há uma crise assim tão grande, como é que não deixo de ver cada vez mais carros topo de gama a circular nas nossas estradas? Quando me desloco aos centros comerciais vejo que se encontram a abarrotar de pessoas que vêm cheias de sacos de compras e nem sempre das lojas mais baratas. Quando passo pelos restaurantes na minha zona habitacional verifico que têm sempre clientela.
Ora isto faz pensar que afinal a crise não é para todos mas sim para uma minoria que já vive mal e que é a que acaba por sentir na pele os seus efeitos.
Isto faz-me concluir que possivelmente as medidas tomadas não serão as mais eficazes pois a camada populacional afectada pouco ou nada tem para dar enquanto que os que muito têm continuam a enriquecer e a nada dar em troca (à excepção de uma minoria que, por exemplo, continua a apoiar instituições de caridade e pessoas bastante carenciadas na sociedade em que vivemos).
Toda esta situação me revolta e me deixa triste, principalmente porque nada posso fazer para as resolver.
Ainda que a crise mundial afecte mais pessoas, é sobre a nacional que vou reflectir.
O povo português fala e reclama sobre as cada vez menos regalias estatais que vai recebendo, (o que é verdade) e sobre os cortes que se vão fazendo na maioria das instituições públicas.
Contudo, não posso deixar de referir que se há uma crise assim tão grande, como é que não deixo de ver cada vez mais carros topo de gama a circular nas nossas estradas? Quando me desloco aos centros comerciais vejo que se encontram a abarrotar de pessoas que vêm cheias de sacos de compras e nem sempre das lojas mais baratas. Quando passo pelos restaurantes na minha zona habitacional verifico que têm sempre clientela.
Ora isto faz pensar que afinal a crise não é para todos mas sim para uma minoria que já vive mal e que é a que acaba por sentir na pele os seus efeitos.
Isto faz-me concluir que possivelmente as medidas tomadas não serão as mais eficazes pois a camada populacional afectada pouco ou nada tem para dar enquanto que os que muito têm continuam a enriquecer e a nada dar em troca (à excepção de uma minoria que, por exemplo, continua a apoiar instituições de caridade e pessoas bastante carenciadas na sociedade em que vivemos).
Toda esta situação me revolta e me deixa triste, principalmente porque nada posso fazer para as resolver.
Por: David Ferreira - CJ

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